Resolvi escrever um pouco do que tenho aprendido com este
novo STATUS: sou MAMÃE! E como PALHAÇA,
olho cada dia como novo, e me entrego em cada novo passo.
Aí pensei em compartilhar esta nova experiência, publicando
minhas anotações. Afinal, algumas coisas
que li e ouvi me ajudaram a refletir, fosse para concordar e aplicar, ou
discordar e buscar saber baseado em quê... Mas o principal de todo o
aprendizado é o mais óbvio:
a) CADA BEBÊ É ÚNICO.
b) CADA FAMÍLIA É DE UM JEITO, E CRIA SEU JEITO DE CRIAR. A
gente tá inventando um a cada dia...
c) NOSSA FILHA SE COMUNICA! (seja chorando, seja olhando,
seja dormindo relaxada... a gente só precisa se lembrar de prestar
atenção...) E SÓ ELA PODE “DIZER” QUANDO
TÁ BEM OU NÃO... (mesmo que eu leia 20 textos dizendo que tal posição,
movimento, horário, música faz bem/faz mal, sempre tem algo novo que a gente
inventa q ela gosta...)
d) que as pessoas em volta de uma bebê SE TRANSFORMAM e SE
LIBERTAM! (e isso para pesquisar, como palhaça, está sendo ótimo...)
Ou seja:
NÃO LEIA ISSO com o objetivo de fazer
igual, de achar soluções mágicas, de montar um manual... é SÓ pra ler mesmo!
Não CONCORDE COM TUdo (mas com alguma
coisinha pode, uai...)!
DIVIRTA-SE IMAGINANDO AS CENAS...
Então lá vai... (escrevo isso enquanto o Di papai troca a
fralda dela, e diz que ela tá caminhando, ao coloca-la de pé no trocador –
detalhe: tem 4 meses de idade.)
Como palhaça, aprendi a aceitar... aceitar o erro como um presente e o perder como um caminho para o jogo.
Aceitei então este jogo com uma nova personagem, minha filha. E lembrei da
triangulação com a plateia. Afinal, a família vai muito além de só eu e ela, então sempre tem mais pessoas para jogar!
Aceito:
Que nem
sempre o CHORO cessa logo.
Que às
vezes o SONO dela não vem na hora que eu gostaria.
Que posso
errar no jeito da mamada, na troca de fralda, na posição que estou segurando...
Ela SOBREVIVERÁ. ( a pequenos erros né? Trocar a fralda cagada sem limpar acho
que não é um erro muito bem vindo, por exemplo...)
Que o
ARROTO pode incomodar por horas se não sair a contento.
Que às
vezes a experiência dos OUTROS pode ajudar. (afinal, não sou a primeira pessoa
no mundo a ter neném em casa.)
Que minha
filha não é minha, e sim uma outra pessoa no mundo, e que precisa de mim, para
viver a SUA VIDA do seu jeito. (sim, ela tá fazendo do jeitinho dela, que não
tenho ideia qual é pra ser, e cada dia acho graça das novas descobertas...)
Que o que DECIDIMOS neste mundo
como “lógico”, ainda não faz parte da vida dela.
25-07-2012
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